Não há um tipo de parto melhor para todas as mulheres. Existem, sim, muitas variáveis para a escolha do tipo de parto. Para tanto, alguns motivos devem ser refletidos, tais como: preparo psicológico e expectativas da mulher, do companheiro, da família, saúde materna e fetal e ambiente social.

Tipos de parto

Para que essa decisão seja acertada, a mulher deve fazer um bom pré-natal, pois será nesse período em que ela tirará todas as suas dúvidas sobre a gestação e o parto, conhecendo assim melhor o seu corpo e o desenvolvimento do seu bebê.

Confiança e segurança são os sentimentos que devem existir entre você e seu médico. Agora vamos oferecer algumas informações sobre os diferentes tipos de parto. Mas vale ressaltar: não troque uma boa conversa com seu médico pelas informações deste guia.

Parto Normal: A expulsão do bebê ocorre somente com a pressão que as paredes do útero exercem sobre o mesmo. Normalmente, em um parto normal, é realizada a episiotomia, que consiste em um corte cirúrgico feito na região perineal para auxiliar a saída do bebê e evitar rotura dos tecidos perineais. A sutura é feita imediatamente após o parto, cicatrizando em poucos dias.
Na maior parte dos casos, é necessário dar alguma anestesia para diminuir as dores e garantir a segurança da mãe e do bebê.

Parto Fórceps: Parto via vaginal no qual se utiliza um instrumento cirúrgico semelhante a uma colher, que é colocado nos lados da cabeça do bebê para ajudar o obstetra a retirá-lo do canal de parto.

Aparelho Vácuo-Extrator: O vácuo-extrator funciona como um aspirador de pó em miniatura e pode ser usado sem uma episiotomia. A ventosa é colocada na cabeça do bebê e ele é sugado para fora a cada contração. Isso produz uma saliência na cabeça do bebê como se fosse um galo, que desaparecem alguns dias após o nascimento.

Parto Cesárea: É a retirada cirúrgica do bebê. Esse procedimento é realizado quando mãe ou bebê apresentam algumas situações específicas, tais como: eliminação de fezes (mecônio) pelo bebê, dentro da bolsa; alteração do batimento cardíaco do bebê; problemas com o funcionamento ou posicionamento da placenta; eclampsia (hipertensão materna grave); infecção ativa de herpes genital; bebê muito grande em proporção à bacia materna; posicionamento incorreto do bebê; gestação múltipla.

 

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Você já ouviu isso muitas vezes! Os exercícios durante a gravidez são uma das melhores coisas para o desenvolvimento do seu bebê.

Exercícios durante a gravidez

A prática de exercício físico é recomendada para todas as gestantes, pois há benefícios tanto para a mulher quanto para o bebê. Dentre eles, está à diminuição das complicações obstétricas, maior controle do ganho de peso da mãe, melhora no condicionamento físico, atuação no estado psicológico e social, e diminuição da depressão e do estresse.

Os exercícios físicos são muito importantes durante essa fase, porém, é recomendável que a gestante tome alguns cuidados. "Ao praticar atividades físicas, deve-se usar roupas leves, evitar altas temperaturas e beber muita água para se hidratar”.

Ao escolher o tipo e a intensidade dos exercícios, a gestante deverá ter a liberação do médico e o auxílio de um profissional da área, pois as atividades variam de acordo com o período da gestação. A pessoa que nunca praticou exercícios físicos deve iniciar com atividades de baixo risco, como caminhadas, natação e hidroginástica leve. Já quem está habituada poderá continuar com o programa habitual, apenas deverá modificar a intensidade e velocidade, à medida que a gravidez evoluir.

"Esta prática poderá ser contra-indicada em casos específicos, principalmente em mulheres com doenças cardíacas, trabalho de parto prematuro, gravidez múltipla, feto com crescimento inadequado, entre outras. Portanto a prática de atividade física irá depender da liberação ou não de um médico”.

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A dieta durante a gravidez é muito importante porque temos que oferecer uma alimentação saudavel com todos os nutrientes para nosso bebê e também evitar complicações, como certas doenças e intoxicações, que podem afetar o futuro do bebê. Há alimentos que você deve evitar, pois, se para qualquer pessoa não são aconselháveis, durante a gravidez, tem que ter cuidados suplementares.

Alimentos proibidos na gravidez

Veja aqui alguns alimentos que são proibidos na gravidez.

Alimentos crus

Os alimentos crus podem trazer várias doenças uma delas é a toxoplasmose, que é uma doença infecciosa ocasionada por um parasito, que pode atravessar a barreira placentária e afetar o feto, provocando graves problemas cerebrais. Ela pode ser transmitida através das carnes cruas, frutas, legumes e verduras.

Álcool – Está totalmente proibida a ingestão de álcool.

Açúcar – Evite o açúcar. Bolos de pastelaria. Não coma bolos com creme, especialmente se não forem confeccionados por si. Substitua os bolos por uma peça de fruta.

Carne mal passada – A carne deve estar sempre bem cozida ou bem grelhada. Nunca coma carne mal passada.

Carnes gordas – Evite as carnes gordas. Prefira as carnes magras. Se comer frango, retire a pele antes de cozinhar.

Chocolate – O chocolate engorda e vicia. Não coma chocolate, mesmo que seja apenas um bombom.

Coca-Cola – Não beba bebidas de cola.

Enchidos – Os enchidos, a carne e o peixe fumado são desaconselhados nesta fase.

Fritos – Fuja dos fritos. Aumentam o colesterol. Sempre que puder cozinhe a vapor.

Marisco – Evite o marisco, pode originar toxo-infecção intestinal.

Seguindo essas dicas você terá uma alimentação saudavel durante sua gravidez.

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As estrias que aparecem na gravidez são desesperadoras para as gestantes, mas é fácil evitar. Elas surgem quando a pele estica de forma muito intensa e as suas estruturas (colágeno e elastina) não conseguem suportar a pressão, rompendo-se e dando origem a uma espécie de cicatriz.

Estrias na gravidez

Na gravidez, as estrias costumam surgir a partir dos 6 meses e as principais causas estão ligadas a predisposição genética e o ganho excessivo de peso. As áreas mais afetadas costumam ser a barriga e os seios. Ficar com estrias é um dos maiores receios das mulheres grávidas. Apesar de já existirem muitos produtos no mercado que as previnem ou atenuam, nem todas as fórmulas cosméticas são aconselhadas na gestação. Veja a seguri algumas dicas de como evitar as estrias na gravidez.

1) Evite engordar muito. Na gestação é comum, natural e até necessário o ganho de peso, mas atenção para não perder a linha. Os médicos recomendam que a mulher deve chegar à 40 semanas (9 meses) com um aumento de 9 a 12Kg a mais do que tinha antes de engravidar.

2) Use sutiã de sustentação com alças largas.

3) Escolha uma calcinha com cintura alta, especialmente projetadas para mulheres grávidas. Estas calcinhas dão maior resistência à pele do abdômen.

Use cremes com propriedades nutritivas e hidratantes específicos para prevenir estrias, é um ótimo aliado, pois a pele desidratada torna-se mais susceptível às rupturas.

Mas atenção: O uso desses cremes pode desenvolver em algumas mulheres um problema na pele chamado foliculite. Trata-se de uma inflamação do folículo piloso (local de onde nascem os pêlos). Essa inflamação é ocasionada por produtos que criam uma área de oclusão dificultando a saída do pelo e de sebo. Nesse caso suspenda o uso e procure um dermatologista para te orientar sobre qual o melhor tratamento para você.

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