Quase todas as mães sempre foram contra seus filhos chuparem chupeta, mas um dia ouviu uma mãe dizer: “A chupeta é negociável. Sempre podemos trocar com o Papai Noel ou coelhinho da páscoa. Já a mão, vai no chão quando engatinha, vai na boca e não dá pra trocar ou esconder”. Somado ao fato de que chupar dedo também pode deformar a arcada dentária e que chupetas de bicos ortodônticos fariam um estrago menor.

Considere que chupar o dedo é um hábito de satisfação de uma necessidade natural e instintiva de sucção e que nós chupamos o dedo quando estamos com fome, muito cansados, aflitos, carentes de conforto ou apenas entediados.

Conforme vamos crescendo e descobrindo novidades, teremos coisas mais interessantes pra fazer e estaremos ocupados demais para lembrar de chupar o dedo.

Alguns aspectos técnicos que não estão na bula das chupetas:

Chupar chupeta ou chupar dedo?

· Bico artificial pode interferir no aprendizado de sucção do bebê;

· Alguns bebês podem desenvolver uma preferência pelo bico artificial;

· Bebês que chupam chupeta tendem a ser amamentados menos vezes ao dia;

· Diminuição na sucção e na retirada do leite materno leva à redução de sua produção;

· O bebê deixa de respirar pelo nariz, fazendo assim a respiração oral. Esta respiração faz com que o ar não seja filtrado pelos nasais e o ar entra frio (pois uma das funções é aquecer o ar) e também não umedece este ar, causando assim todas as “ites” que existem por aí;

· Confunde o movimento da mamada;

· Bicos artificiais alteram os padrões de respiração e sucção do bebê (expiração prolongada, freqüência respiratória e saturação de oxigênio reduzida);

· Cáries de alimentação em crianças são mais comuns com o uso de mamadeiras e chupetas;

· Má oclusão dental é mais comum em crianças alimentadas com mamadeira, sendo maior o efeito com o uso prolongado (risco 1,8 vezes maior);

· Maior incidência de otite média aguda e recorrente, tanto com o uso de mamadeiras quanto de chupetas;

· Possível aumento na incidência de candidíase oral e de parasitoses intestinais;

· Uso de materiais potencialmente carcinogênicos (N-nitrosaminas);

· Possibilidade de sufocação da criança;

· Mordidas abertas;

· O palato (céu da boca) sobe e diminui a passagem de ar pelo nariz;

· Pode causar apnéia noturna;

Dicas sobre chupar dedos

Chupar chupeta ou chupar dedo?

· Para crianças com menos de dois anos, não é necessário nenhum tratamento.

· Para crianças entre três e cinco anos, primeiras tente minimizar o estresse, dando-lhes atenção e carinho e oferecendo-lhes o estímulo adequado. Depois que a criança tiver passado da primeira infância, chupar dedo torna-se um comportamento que busca o conforto, em vez de satisfazer uma necessidade de sucção. Medidas amorosas talvez sejam mais eficazes do que qualquer outra coisa.

· Para crianças maiores de seis anos, retire delicado mas firmemente seu dedo da boca sempre que ela começar a chupá-lo. Nas crianças mais velhas, chupar dedo muitas vezes ocorre quando estão cansadas e entediadas. Após reprimir o gesto, dê-lhe um reforço positivo na forma de abraço e inicie uma atividade que a distraia.

· Jamais castigue a criança por chupar o dedo.

· Sempre que a intervenção se tornar necessária, certifique-se de conquistar o apoio e a participação do seu filho. Sem a compreensão e cooperação do seu filho, a intervenção pode ser vista como um castigo.

E se seu pequeno passou da idade e ainda continua chupando dedo aqui tem umas dicas pra ajudar:

Evitando o dedo na boca

  • Para evitar que seu bebê chupe o dedo, além do aleitamento materno, as mamães precisarão de muita paciência. Para tentar tirar o dedo do caminho da boca, ofereça mordedores, de preferência gelados (coloque-os na geladeira antes). Assim seu pequeno poderá se entreter com o mordedor e vai esquecer o dedo.
  • Sempre que seu filho estiver com o dedo na boca, não recrimine, apenas tente distraí-lo para outra atividade que tenha que fazer uso das mãos. Se o hábito já for vicioso, consulte um dos sabidos como fonoaudiólogo, dentista ou psicólogo para ajudar.

Mas, seja qual for à opção que você escolha para seu bebê, seja dar chupetas ou seja deixar a natureza seguir seu rumo e aceitar o dedinho na boca, o mais importante é que você sempre dê muita atenção e muito amor ao seu filhote. Aposto que vai derreter quando ele retribuir.

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Não há um tipo de parto melhor para todas as mulheres. Existem, sim, muitas variáveis para a escolha do tipo de parto. Para tanto, alguns motivos devem ser refletidos, tais como: preparo psicológico e expectativas da mulher, do companheiro, da família, saúde materna e fetal e ambiente social.

Tipos de parto

Para que essa decisão seja acertada, a mulher deve fazer um bom pré-natal, pois será nesse período em que ela tirará todas as suas dúvidas sobre a gestação e o parto, conhecendo assim melhor o seu corpo e o desenvolvimento do seu bebê.

Confiança e segurança são os sentimentos que devem existir entre você e seu médico. Agora vamos oferecer algumas informações sobre os diferentes tipos de parto. Mas vale ressaltar: não troque uma boa conversa com seu médico pelas informações deste guia.

Parto Normal: A expulsão do bebê ocorre somente com a pressão que as paredes do útero exercem sobre o mesmo. Normalmente, em um parto normal, é realizada a episiotomia, que consiste em um corte cirúrgico feito na região perineal para auxiliar a saída do bebê e evitar rotura dos tecidos perineais. A sutura é feita imediatamente após o parto, cicatrizando em poucos dias.
Na maior parte dos casos, é necessário dar alguma anestesia para diminuir as dores e garantir a segurança da mãe e do bebê.

Parto Fórceps: Parto via vaginal no qual se utiliza um instrumento cirúrgico semelhante a uma colher, que é colocado nos lados da cabeça do bebê para ajudar o obstetra a retirá-lo do canal de parto.

Aparelho Vácuo-Extrator: O vácuo-extrator funciona como um aspirador de pó em miniatura e pode ser usado sem uma episiotomia. A ventosa é colocada na cabeça do bebê e ele é sugado para fora a cada contração. Isso produz uma saliência na cabeça do bebê como se fosse um galo, que desaparecem alguns dias após o nascimento.

Parto Cesárea: É a retirada cirúrgica do bebê. Esse procedimento é realizado quando mãe ou bebê apresentam algumas situações específicas, tais como: eliminação de fezes (mecônio) pelo bebê, dentro da bolsa; alteração do batimento cardíaco do bebê; problemas com o funcionamento ou posicionamento da placenta; eclampsia (hipertensão materna grave); infecção ativa de herpes genital; bebê muito grande em proporção à bacia materna; posicionamento incorreto do bebê; gestação múltipla.

 

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Os dentes de leite têm tempo certo para ficar na boca da criança. Aparecem por volta dos 6 meses  e começam a serem trocados aproximadamente aos 6 anos e meio.

Qual a idade em que os dentes de leite devem cair

Na escola, ninguém fala em outra coisa. Todos exibem janelinhas. Alguns comentam a chegada da fada do dente, que troca o dente de leite por um dinheirinho, ou um brinquedo tão sonhado. “A fase de troca dos dentes é um momento importante na vida da criança, uma prova concreta de que ela está crescendo”.

E quando o dente não cai?

A fase da troca é variável de criança para criança. “Normalmente, os primeiros dentes de leite a cair são os da frente e embaixo (na mandíbula), chamados incisivos centrais inferiores. Depois, caem os mesmos superiores, num outro momento, os laterais inferiores, os superiores, os caninos inferiores, os molares inferiores, os molares superiores e, por fim, os caninos superiores. Todo esse processo é lento, acompanha o crescimento da criança até aproximadamente os 12 anos. O fator genético também é determinante. Às vezes, percebendo o histórico daquela família, verificamos que é normal as trocas ocorrerem mais tarde”.

Os dentes de leite têm tempo certo para ficar na boca da criança. Esse tempo é importante porque, além de permitir uma boa mastigação da criança, esses dentes preparam a arcada dentária para receber os permanentes, estimulando o crescimento ósseo das arcadas e da face como um todo.

Caso a troca da dentição esteja atrasada, algumas providências podem ser tomadas. A primeira delas é fazer uma radiografia panorâmica, que é indicada pela odontopediatra por volta dos cinco anos de idade. Com o raio X em mãos, o dentista consegue descartar inúmeros problemas. "A radiografia panorâmica revela ao dentista como está a dentição decídua (“ de leite”), se a criança tem todos os dentes permanentes para trocar com os de leite, se há desvio de erupção ou algo que atrapalhe o nascimento dos dentes permanentes”.

Dúvidas mais comuns

- A criança pode ficar mexendo no dente?

- É melhor esperar cair ou arrancar?

- E se ela engolir o dente sem perceber?

"A melhor resposta para estas perguntas é deixar que a troca de dentes aconteça naturalmente. Sou contra amarrar um fio e puxar o dente à força, pois a criança pode se machucar, o ato pode causar trauma aos tecidos gengivais. Não vejo mal algum em deixar a criança mexer no próprio dente, quando este está molinho,  só precisamos lembrá-la de lavar as mãos. As mães naturalmente têm o bom senso de levar a criança ao dentista quando o dente está muito mole,  doendo ou com possibilidade de serem deglutidos (engolidos). Caso isto aconteça, os pais devem tranqüilizar a criança, explicando como ele vai sair, pois o que mais assusta as crianças é imaginar o dente  ‘enroscado na barriga’”.

A dentição permanente

O dente permanente merece atenção. Às vezes, a dentição permanente aparece sem que a de leite tenha caído. Nesses casos, é necessário levar a criança ao dentista para que o dente de leite seja extraído. "Se isso não for feito, o dente permanente pode nascer na posição errada e prejudicar o crescimento, o posicionamento ideal da dentição, a deglutição e a fala. Essa sobreposição vem acontecendo com freqüência nos incisivos inferiores porque a garotada prefere alimentos que exigem pouca mastigação, em vez de frutas e legumes, que são mais duros”.

Para que a criança cresça com dentes saudáveis, mastigar é preciso. Por isso, depois que o bebê sai da fase de sucção, é importante dar a ele, aos poucos, sopas menos líquidas. Este processo é progressivo, de papinhas amassadas a pedaços de frutas mais moles e legumes cozidos a pedacinhos de frutas e legumes mais resistentes, até o bifinho. Com 3 anos, as crianças já devem estar comendo tudo.

“Alimentos que exigem mais mastigação ajudam a desenvolver os maxilares, massageiam as gengivas e colaboram para o posicionamento correto dos dentes. Também promovem uma auto limpeza da boca, ao remover resíduos de alimentos aderidos aos dentes. Na fase da dentição mista (dentes de leite e permanentes juntos na boca), quando os dentes de leite começam a ser trocados, esses alimentos são fundamentais para o processo de reabsorção da raiz dos dentes de leite e para estimular a erupção (nascimento) dos permanentes”.

Cuidado com as cáries

Balas, chocolates, pirulitos, gomas de mascar estão no topo da lista dos alimentos que mais provocam cáries, costumam ser os campeões na preferência infantil. “Não é preciso abolir totalmente essas guloseimas, mas é muito importante controlar o consumo destes alimentos, o horário do dia em que são ingeridos,  visando causar o menor dano possível aos dentes. No capítulo doce, o perigo está ligado à freqüência e à consistência. Quanto à freqüência, é pior comer doces várias vezes ao dia do que uma só vez.  Em relação à consistência, quanto mais ‘grudento’ o doce, pior, pois o tempo que fica aderido ao dente aumenta a chance de cáries e erosões dentárias. Já as balas duras aumentam a incidência de fraturas dentárias”.

Os refrigerantes, além de serem super cariogênicos, representam um perigo a mais para a saúde dos dentes: muitas dessas bebidas contêm substâncias ácidas que, com o tempo, desgastam e corroem o esmalte dos dentes. “O melhor é não criar o hábito de tomar refrigerantes, não oferecendo a bebida na mamadeira aos bebês e, para os mais crescidos, restringindo seu consumo a festas e ocasiões especiais. Existem cuidados específicos, como o tempo de espera para escovação dos dentes após a ingestão dos refrigerantes, que devem ser respeitados”.

CONTATO:

Clinica Genesis

 

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A atividade física na obesidade infantil além de ser um dos termos da equação do balanço energético, tem uma influência significativa, que é o desenvolvimento de crescimento dos tecidos e os órgãos do metabolismo infantil.

Obesidade Infantil

Hoje, o hábito de assistir TV tem tido uma grande força, aumentando a inatividade e fazendo com que as crianças não trabalhem com a incorporação de alimentos calóricos.

É importante lembrar que as atividades esportivas são onde gastamos mais energia.E você tem que prestar muita atenção a essas coisas porque isso ajuda a aumentar a obesidade infantil, por isso é importante ser claro sobre a necessidade de justificar todos os jogos e atividades para que seu filho gaste energia necessária, fazendo exercícios como futebol, vôlei e outras diversas atividades que façam eles se movimentarem, ao invés de ficarem horas e horas na frente de um computador ou do Playstation, onde eles não exercem nem um pouco de sua energia. As crianças que praticam atividades físicas melhoram sua saúde metabólica, como pressão arterial, colesterol, glicemia, e vários outros fatores.

Faça o seu filho praticar esportes para não ter nenhum problema com a obesidade infantil.

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É importante trocar a fralda do bebê várias vezes ao dia, porque o acúmulo da urina e a presença das bactérias nas fezes podem irritar a pele e provocar assaduras. O importante é fazer a troca a cada mamada, antes ou depois dela ou sempre que o bebê tiver feito cocô.

Como trocar a fralda do seu bebê

Veja aqui algumas dicas de como trocar a fralda do seu bebê para que ele se sinta confortável e seguro das irritações.

1 – Solte as fitas adesivas da fralda e as dobre sobre si mesmas, para não grudarem no bebê, mas ainda não retire a fralda suja.

2 – Levante às pernas do bebê e dobre a fralda para debaixo dele, aproveitando para tirar a maior parte do cocô com a própria fralda.

3 – Limpe a parte da frente do bebê com um algodão embebido em água morna ou com um lenço umedecido. Nas meninas, limpe sempre da frente para trás, para não deixar as bactérias das fezes entrarem na vagina.

4 – Levante as pernas do bebê e limpe bem o bumbum dele.

5 – Tire a fralda suja debaixo dele e coloque a limpa. A parte com as fitas adesivas deve ir embaixo do bumbum do bebê. Tente deixar a parte entre as pernas bem esticada.

6 – Passe um creme anti-assaduras na parte da frente e no bumbum. Esse tipo de pomada costuma ser grudento, então aproveite e limpe o seu dedo na própria parte de dentro da fralda, antes de fechá-la.

7 – Feche a fralda limpa com as fitas adesivas, deixando-a justa, mas não apertada. Não se esqueça de colocar o pênis do seu filho para baixo, para que o xixi não escape por cima da fralda. Verifique os elásticos das pernas para ver se não estão dobrados para dentro.

8 – Enrole a fralda suja numa bolinha, feche com as fitas adesivas e a jogue no lixo, de preferência dentro de um saco plástico, se tiver cocô, para isolar o cheiro.

9 – Vista o bebê e lave bem as mãos.

10- Quando pegar prática, a troca vai virar uma coisa automática. E não vão faltar oportunidades para treinar, já que o bebê vai precisar de oito trocas por dia.

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