Concurso Cultural Dia das mães, concorra a um book

Dias das mães, concorra a um book Concurso Cultural – Um look assinado por você! X Concurso de Fotografia Bebê Saúde Pague Menos. Promoção Cultural Dia das mães. Á todas as mulheres do mundo parabéns pelo seu dia.

Para concorrer, basta responder a seguinte pergunta: “Por que você e o seu bebê merecem ganhar um ensaio fotográfico?”.As mamães que enviarem as respostas mais criativas serão clicadas por um fotógrafo profissional e receberão um lindo book.

Promoção válida até 23 de abril de 2010.

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A posição ideal para amamentar é aquela onde ambos ficam confortáveis, com o bebê alinhado ao corpo da mãe.

A posição ideal para amamentar

O momento da mamada é único e merece uma preparação toda especial. Existem algumas técnicas que ajudam a mamãe a achar a posição correta para acomodar o bebê e facilitar à pega.

A posição tradicional é a sentada, onde o bebê fica de frente pra mãe, barriga com barriga, e quanto mais colado estiverem, mais fácil é a amamentação. Na posição sentada inversa, a mãe deve segurar o bebê como se fosse uma bola de futebol americano, colocando o corpinho debaixo de sua axila, com a barriga apoiada nas suas costelas. A mãe apoia o corpo do bebê com o braço e a cabeça com a mão. Essa posição facilita o bebê a pegar uma boa parte da auréola.

Algumas mães, especialmente as que se submetem à cesariana, optam por amamentar os filhos deitadas, onde o bebê fica de frente para a mãe, barriga com barriga.

Dizem que não se deve amamentar o bebê deitado, pois causa infecção nos ouvidos.

Depois de achar a melhor posição, o primeiro passo é colocar o seio na boca do bebê. Ao tocar o mamilo no lábio inferior do bebê ele abrirá a boca. Nessa hora a mãe deve enfiar o máximo da auréola na sua boquinha, puxando firmemente sua cabeça para a mama.

Independentemente da posição que a mãe escolher para amamentar o bebê, é importante que ela esteja relaxada, confortável e bem apoiada, sem se curvar para frente ou para trás. O bebê, da mesma forma, tem que estar posicionado corretamente, com o corpo junto ao da mãe, na altura da mama, os quadris seguros e o pescoço levemente esticado.

Para ter uma boa pega, a boca do bebê deve ser levada em direção ao mamilo, e não o contrário. A mãe deve posicionar o polegar acima da auréola e o indicador abaixo, formando um ‘C’. Ao mamar, a boca do bebê deve estar bem aberta, com os lábios para fora, abocanhando quase toda a auréola e não somente o bico do peito, e as mamadas serão grandes e espaçadas.

Quando for tirar a criança do peito, é bom usar a técnica conhecida popularmente como "técnica do dedo mínimo", onde a mãe coloca o dedo mínimo na boca da criança para enganá-la. Ela aceita trocar o bico do peito pelo dedinho e, assim, não puxa o mamilo da mãe com força. Quando o bebê largar a mama, os mamilos devem estar levemente alongados e redondos.

Dica: A boca, o nariz e o ouvido do bebê ainda são retificados e se ele é alimentado com leite artificial, que contém bactérias, a infecção acontece mais facilmente. O leite materno, ao contrário, dá mais proteção a essa mucosa.

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O leite materno deve ser o único alimento oferecido ao bebê durante os 6 primeiros meses de vida. Entretanto, após esse período o organismo do bebê precisa de nutrientes que só são encontrados em outros alimentos como as frutas, as carnes, legumes e cereais.

Primeiros alimentos que o bebê deve comer

Antes de iniciar esse processo de transição é recomendável fazer uma consulta com o pediatra para receber orientações sobre a dieta alimentar ideal para o seu bebê levando em consideração a idade, o peso e o tamanho do seu filho. Aproveite esse momento para esclarecer suas dúvidas sobre alimentos com maior potencial de desenvolver alergias, a melhor forma de prepará-los, como conservá-los, etc.

Essa fase de transição alimentar requer muita atenção, dedicação e persistência por parte da mãe. Por mais saboroso que seja o bebê pode rejeitar o que está sendo oferecido, pode deixar o pratinho cair no chão e ainda se sujar todo. Por isso, é bom que você adquira uma cadeira de alimentação e que reserve um cantinho da casa para o momento se servir a refeição.

Comece oferecendo uma fruta

À primeira frutinha deve ser oferecida no lanche da manhã. Pode ser raspadinha, machucada com um garfo ou em forma de suco. Evite triturá-las, pois a criança precisa começar a se acostumar com as novas texturas. Normalmente as frutas que tem melhor aceitação pelos bebês são a laranja lima, o mamão papaya, a banana prata, a maçã argentina e a pêra. Evite usar açúcar na preparação dos suquinhos e quando necessário use-o com moderação. Sempre dê preferência às frutas da estação.

Observe como o organismo do bebê vai reagir. Não havendo diarréia, cólica ou alergia na pele o mesmo alimento deverá ser oferecido no dia seguinte por mais uma vez.

A primeira sopinha do bebê


A sopinha pode ser preparada com uma porção de arroz, uma de carne e um legume. Os temperos são permitidos, mas tenha moderação com os que possuem aroma mais acentuado como alho, coentro e cebolinha. Depois de preparada a sopinha deve ser passada em uma peneira e oferecida ao bebê na hora do almoço. Aos poucos vá fazendo substituições no tipo de carne e acrescente outros legumes de forma gradual.

Prefira sempre carnes magras como músculo bovino moído e carne de frango para fazer as sopinhas. Os alimentos devem ser sempre fresquinhos e preparados no dia em que serão oferecidos. Evite congelar as sopinhas, pois alguns nutrientes podem ser perdidos.

Atenção: Um mesmo alimento sempre deverá ser oferecido por dois dias consecutivos e só então, um novo item poderá ser acrescentado na dieta.

Alimentos que devem ser evitados

Em geral os crustáceos, peixes, ovos, frutas cítricas e mel devem ser evitados nesse momento inicial, salvo sob a prescrição médica.

Nunca é demais lembrar que o seu paladar é diferente do paladar do seu bebê, isto é, você pode não gostar de abacaxi, mas seu filho pode demonstrar muito interesse por essa fruta. Bebês que experimentam uma grande variedade de sabores no primeiro ano de vida normalmente têm uma maior facilidade de aceitar novos alimentos na infância. É bom sempre diversificar os alimentos a fim de enriquecer o paladar do seu filho.

Veja mais dicas em Alimentos para bebês

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Não há um tipo de parto melhor para todas as mulheres. Existem, sim, muitas variáveis para a escolha do tipo de parto. Para tanto, alguns motivos devem ser refletidos, tais como: preparo psicológico e expectativas da mulher, do companheiro, da família, saúde materna e fetal e ambiente social.

Tipos de parto

Para que essa decisão seja acertada, a mulher deve fazer um bom pré-natal, pois será nesse período em que ela tirará todas as suas dúvidas sobre a gestação e o parto, conhecendo assim melhor o seu corpo e o desenvolvimento do seu bebê.

Confiança e segurança são os sentimentos que devem existir entre você e seu médico. Agora vamos oferecer algumas informações sobre os diferentes tipos de parto. Mas vale ressaltar: não troque uma boa conversa com seu médico pelas informações deste guia.

Parto Normal: A expulsão do bebê ocorre somente com a pressão que as paredes do útero exercem sobre o mesmo. Normalmente, em um parto normal, é realizada a episiotomia, que consiste em um corte cirúrgico feito na região perineal para auxiliar a saída do bebê e evitar rotura dos tecidos perineais. A sutura é feita imediatamente após o parto, cicatrizando em poucos dias.
Na maior parte dos casos, é necessário dar alguma anestesia para diminuir as dores e garantir a segurança da mãe e do bebê.

Parto Fórceps: Parto via vaginal no qual se utiliza um instrumento cirúrgico semelhante a uma colher, que é colocado nos lados da cabeça do bebê para ajudar o obstetra a retirá-lo do canal de parto.

Aparelho Vácuo-Extrator: O vácuo-extrator funciona como um aspirador de pó em miniatura e pode ser usado sem uma episiotomia. A ventosa é colocada na cabeça do bebê e ele é sugado para fora a cada contração. Isso produz uma saliência na cabeça do bebê como se fosse um galo, que desaparecem alguns dias após o nascimento.

Parto Cesárea: É a retirada cirúrgica do bebê. Esse procedimento é realizado quando mãe ou bebê apresentam algumas situações específicas, tais como: eliminação de fezes (mecônio) pelo bebê, dentro da bolsa; alteração do batimento cardíaco do bebê; problemas com o funcionamento ou posicionamento da placenta; eclampsia (hipertensão materna grave); infecção ativa de herpes genital; bebê muito grande em proporção à bacia materna; posicionamento incorreto do bebê; gestação múltipla.

 

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O pós-parto é um período de risco psiquiátrico aumentado no ciclo de vida da mulher. A depressão pós-parto, pode se manifestar com intensidade variável, tornando-se um fator que dificulta o estabelecimento de um vínculo afetivo seguro entre mãe e filho, podendo interferir nas futuras relações interpessoais estabelecidas pela criança.

Depressão pós-parto

Vários fatores podem ser mencionados como possível causa de depressão pós-parto como:

Fatores biológicos

São resultantes de grande variação nos níveis de hormônios sexuais (Estrogênio e Progesterona) circulantes e de uma alteração no metabolismo das catecolaminas causando alteração no humor, podendo contribuir para a instalação do quadro depressivo.

Fatores psicológicos

São os originados de sentimentos conflituosos da mulher em relação a sim mesma, como mãe, ao bebê, ao companheiro e outros.

Outro é a situação social e familiar da mulher gerando sobrecarga, também podem desencadear esses distúrbios.

Sintomatologia

É um distúrbio emocional comum, podendo ser considerada uma reação esperada no período pós-parto imediato e que geralmente ocorre na primeira semana depois do nascimento da criança. Esses sintomas incluem crises de choro, fadiga, humor deprimido, irritabilidade, ansiedade, confusão e lapsos curtos de memória.

Psicose Puerperal e Depressiva Crônica

Na psicose puerperal, os sintomas aparecem nos três primeiros meses pós-parto e são mais intensos e duradouros, com episódios psicóticos, necessitando acompanhamento psicológico e internação hospitalar.

A síndrome depressiva crônica é um episodia depressivo e não psicótico, com humor disfórico, distúrbio e sono, modificação do apetite, fadiga, culpa excessiva e pensamentos suicidas. O tratamento deve ser psicológico e medicamentoso, pois os sintomas podem persistir por até um ano.

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Essa é a pergunta que muitas mulheres fazem. Por qual motivo algumas delas não conseguem engravidar, e realizar o sonho de serem mamães? Isso também pode acontecer devido a inúmeros fatores do nosso dia-a-dia.

Médicos definem que um casal precisa de ajuda médica após um ano de tentativas sem conseguir conceber. Mas as pesquisas apontam que 15% dos casais, após tentarem a gravidez pelos métodos naturais, irão precisar de assistência médica especializada.

Por que não consigo engravidar?

A infertilidade é caracterizada como uma doença dos órgãos reprodutivos de homens e mulheres e grande parte de suas causas podem ser prevenidas. Cerca de 40% das causas estão relacionadas com fatores femininos; 40% com fatores masculinos e os 20% restantes, são causas mistas. O importante é todo mundo se prevenir para evitar desgastes financeiros e emocionais.

Não existe um estudo concreto que afirme com certeza, mas excesso de peso, excesso de exercícios ou vida sedentária, tabagistas, usuários de drogas recreativas, exageros na bebida alcoólica e principalmente as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) podem estar diretamente ligados a muitas das causas de infertilidade.

O que se sabe é que o tabaco, assim como a nicotina e outros elementos químicos presentes no cigarro, interfere na capacidade do corpo de produzir estrógeno, um hormônio que regula a ovulação. Mesmo sabendo que certos danos são reversíveis, parar de fumar pode ajudar a evitar problemas mais graves no futuro.

Outro alerta importante é para as pessoas que estão obesas e abaixo do peso. Algumas mulheres passam fome para ficarem magras, outras comem em excesso e ganham peso além do ideal. Ambas terão problemas com a fertilidade. O ideal é que todos bebam muita água e comam sempre sentados à mesa, devagar e alimentos saudáveis. Prevenir ainda é a melhor solução.

Causas da infertilidade feminina

Problemas ovulatórios, obstruções na trompa, doenças uterinas, infecções no colo do útero e fatores imunológicos estão entre as principais causas de infertilidade feminina. "Muitas mulheres apresentam dificuldades para ovular causadas pela Síndrome dos Ovários Policísticos ou por disfunções na tiróide ou nas glândulas supra-renais".

As obstruções nas trompas podem ser causadas pela endometriose ou algum tipo de aderência que dificulte a mobilidade, ou seja, o transporte do óvulo até o útero que é realizado pela trompa. Em alguns casos, os problemas estão localizados no útero, causados por miomas e pólipos. “As infecções do colo do útero também impedem a gravidez porque deixam o muco vaginal hostil, não permitindo a sobrevivência e a passagem do espermatozóide”.

Há casos também em que a mulher não engravida porque seu sistema imunológico entende o espermatozóide como um intruso e o rejeita. Somados aos fatores biológicos, segundo o médico, estão também o uso de drogas, álcool, remédios sem prescrição e hábitos de vida sedentários que podem causar infertilidade também.

 

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Juridicamente a adoção é um processo legal e irreversível que transfere o poder familiar dos pais biológicos, aqueles que geraram a criança, para uma família substituta, que não tem laços sanguíneos com o menino ou a menina adotados. Uma opção judicial que visa em primeiro lugar garantir o bem-estar do pequeno e seu direito fundamental ao convívio familiar. Para quem adota, a palavra carrega um significado muito maior.

O que é adoção

É a possibilidade de realizar o sonho da paternidade ou maternidade sem gerar, de oferecer proteção, carinho e amor a uma criança e, principalmente, receber o amor de filho. É uma opção para quem já tem filhos biológicos e quer aumentar a prole ou para quem não pode gerar. É fundamentalmente um ato que envolve o saber dar e receber amor.

Quando o adotado é maior de 18 anos, prevista no Código Civil Brasileiro, art. 368 e seguintes, dentro do Direito de Família, deferida no interesse dos casais, que é a adoção contratual. Aperfeiçoa-se com a lavratura de escritura, averbada no registro civil de nascimento do adotado.

Outra, é a prevista no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), Lei 8.069/90 de 13 de 07 de 1990, que cuida dos interesses dos menores, desassistidos ou não, sem qualquer distinção. Cabem aqui, os casos em que, apesar dos adotados já terem completado 18 anos, já estavam sob a guarda dos adotantes, esperando apenas o desfecho da ação.

Anteriormente à lei 8.069/90, existiam dois tipos de adoção para menores, a adoção simples e a adoção plena. Com o advento do ECA, só existe uma forma de adoção para os menores, previstos nos art. 39 e seguintes. Por ficção legal, é concebida a paternidade, em que o titular de uma adoção é o legítimo pai, igualando os efeitos da filiação natural.

Deferida a adoção, o adotado passa a ser efetivamente filho dos adotantes, em caráter irrevogável e de forma plena.
A Constituição Federal de 1.988, art. 227, §6º, equipara os filhos adotivos aos de sangue, havidos ou não da relação do casamento. É filho aquele que, na sucessão hereditária, está em igualdade de direitos perante os filhos legítimos, não importando se o adotado é menor ou maior de idade. A terminologia "filho adotado" continua sendo utilizada para fins de estudo e entendimento, sendo proibidas quaisquer referências ou observações sobre a origem do ato nas certidões do registro, referentes à filiação.

O ECA autoriza a adoção de qualquer menor, independente de sua condição, visando sua proteção, principalmente se os seus direitos forem ameaçados ou violados. Uma das medidas de proteção é a colocação desse menor em família substituta, sendo esta uma das formas de adoção. A adoção é irrevogável. Entretanto, se houverem maus tratos por parte dos adotantes os mesmos poderão ser destituídos do pátrio poder, como ocorreria se fossem os pais de sangue.

No Brasil, é comum um tipo de adoção, que é chamado de "adoção à brasileira" que consiste em registrar uma criança em nome dos adotantes, sem o devido processo legal.
Apesar da boa intenção e do perdão judicial, esse ato continua sendo considerado crime e, portanto, não deve ser estimulado.

Existe um número inimaginável de crianças desamparadas aguardando que alguém as queira. Só que elas não são, em sua maioria, bebês recém nascidos, completamente saudáveis ou de cabelos cacheados, olhos claros, etc. São crianças. O processo de adoção em muito se assemelha a uma gravidez. Também demora um tempo, e apesar de todos os cuidados, corre-se o risco de existirem problemas de saúde, comportamento, etc. Quando nasce um bebê, a família toda precisa de um tempo de adaptação à nova situação. Isso não é diferente na adoção. Portanto, se alguém resolve adotar uma criança, não deve ter medo de enfrentar esses problemas, porque filho natural também não é garantia de felicidade plena. Histórias de filhos-problema não é privilégio de pais adotantes. Filhos naturais também fazem manha, desobedecem, envolvem-se com drogas, são rebeldes, ingratos. A adoção transforma a vida de uma criança, e o adotante deve se compenetrar da grande responsabilidade que está assumindo e que essa situação é para sempre.

O maior requisito para adotar uma criança, é a disponibilidade de amar. Ser pai ou mãe, não é só gerar, é antes de tudo, amar.

 

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Decifrar o comportamento infantil não é tarefa fácil para os pais. A busca por respostas costuma esbarrar na maneira como eles criam os filhos, na quantidade de “nãos” que conseguem dizer a eles, nos limites que são capazes de impor.

Comportamento Infantil

Muitas vezes, os adultos intuem como devem agir, mas o medo de frustrar as crianças acaba resultando em resignação. “Elas são assim mesmo”, crianças têm atitudes-padrão em cada fase da vida, mas isso não significa que os adultos tenham de acatar ordens e aceitar todos os ataques como naturais no processo de desenvolvimento.

Como devem atuar os pais segundo o temperamento das crianças.

É difícil saber exatamente o que é o comportamento infantil “normal”, ou temperamento “anormal”. Igualmente aos adultos, existe uma grande variedade do que se considera conduta “normal” nos bebês. Os bebês têm necessidades, demandas e comportamentos que podem ser muito diferentes uns dos outros.

Devido à existência de tanta variedade no comportamento infantil, muitos pais necessitam acalmar-se e saber que o comportamento do seu bebê é considerado normal.

Existem três amplas categorias de temperamento infantil que são usadas como guias para determinar o comportamento infantil “normal”. Os bebês que estão em quaisquer destas categorias são considerados “normais”. Com efeito, alguns bebês mostram características de mais de uma categoria. Isto também é perfeitamente normal.

Recorde que as categorias seguintes são nada mais que uma base. Nem todos os bebês cabem perfeitamente em uma ou outra categoria. Os pais não devem se preocupar que suas crianças demonstrem características de uma ou mais categorias. Os bebês são indivíduos únicos, e estas variações são normais também. As três categorias de temperamento infantil são: agradável, reservado e difícil.

Temperamento Agradável

A maioria dos bebês é de temperamento agradável, e estão regularmente de bom humor. Adaptam-se facilmente e rapidamente a situações novas e a mudanças de rotina. Os bebês nesta categoria têm um horário regular para comer. Quando sentem fome, ou algo os incomoda, reagem em geral de forma amena. Quando estão inquietos, geralmente encontram formas de acalmar-se e consolarem-se sozinhos. Estes bebês têm geralmente um bom caráter.

Conselhos para pais de bebês com temperamento agradável

O trato com os bebês de bom caráter é geralmente fácil. É também uma experiência muito gratificante. Alguns bebês exigem tão pouco, que os pais pensam que seu bebê não precisa deles. Por esta razão, alguns pais passam menos tempo estimulando seus bebês e comunicando-se com eles. Os pais que têm bebês de temperamento fácil, devem ter em mente que seus bebês necessitam muito tempo e atenção, ainda quando não sejam muito exigentes.

Temperamento Reservado

Os bebês de temperamento reservado, são geralmente tímidos. Esses bebês requerem mais tempo que outros bebês para adaptar-se à gente estranha e a novas experiências. Os bebês reservados podem inclusive rejeitar ou afastar-se de algo ou alguém novo. Eles levam a vida com precaução. Em lugar de serem fisicamente ativos, os bebês reservados são mais propícios a observar cuidadosamente o que acontece ao seu redor. Os bebês com esse caráter podem agitar-se com mais freqüência. Quando isso acontece, eles retrocedem contornando o olhar ou afastando-se. Os bebês reservados também reagem lentamente e com quietude à fome e outros incômodos. Isso faz com que os pais tenham dificuldade de saber quando seus bebês têm fome ou quando estão incomodados.

Conselhos para pais de bebês reservados

Os pais de bebês reservados devem ter muita paciência. Esses pais devem tratar de expor seus bebês a novas situações, com mais freqüência, mas devem fazê-lo devagar e com calma. Os bebês reservados se adaptam gradualmente às novas situações, mas devem dar-lhes o tempo que necessitem, sem pressões. Os pais devem dar atenção às indicações de agitação dos seus bebês e devem saber quando afastá-los de tais situações quando elas ocorrem.

Temperamento Difícil

Os bebês de temperamento difícil estão quase sempre ocupados em atividades físicas. Os bebês com este tipo de caráter são às vezes muito inquietos, e se distraem facilmente. Os bebês difíceis respondem vigorosamente à fome e a outros incômodos. Seu choro é freqüentemente forte e intenso. Às vezes, esses bebês são difíceis de serem consolados quando estão inquietos. Também têm dificuldade de consolar-se a si mesmos. Esses bebês são geralmente de sono leve, e requerem demasiada atenção dos seus pais.

Conselhos para pais de bebês difíceis

Os pais de bebês difíceis, sentem-se com freqüência culpados, e acreditam erroneamente que são responsáveis pelo temperamento do seu bebê. Estes sentimentos de culpa podem com freqüência causar sentimentos de incompetência e ansiedade. Os pais de bebês que têm temperamento difícil não devem se sentir culpado pelo temperamento dos seus bebês. Em lugar disso, devem se concentrar em proteger seus filhos de situações e eventos que são desagradáveis. A perseverança é muito importante, assim que devem estabelecer e aderir a uma rotina diária. Os pais desses bebês devem tratar de manter a calma e ter muita paciência, e não devem exigir muito dos seus filhos. Esses pais devem saber também que seus bebês não vão ter sempre este tipo de temperamento. Conforme os bebês se aproximam de um ano de idade, as características do temperamento difícil terão diminuído ou desaparecido.

Conclusões

Os pais devem observar seus bebês cuidadosamente para determinar que tipo de temperamento tem. Devem notar os hábitos de comer e dormir, como reagem a situações novas, e sua disposição. Os pais podem dar-se conta que seus bebês podem demonstrar características de uma ou mais categorias. Mesmo quando o temperamento dos seus bebês não possa ser definido facilmente, os pais devem ter em mente que seus bebês são indivíduos. Existe uma grande variedade do que se considera comportamento infantil normal. Os pais não deveriam surpreender-se ou ficarem desiludidos com o temperamento do seu bebê. Em lugar disso, os pais devem aceitar seus filhos tal como são, e aprender com seus gostos e desgostos. Isso ajudará aos pais a desenvolver a melhor relação possível com seus filhos.

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Os dentes de leite têm tempo certo para ficar na boca da criança. Aparecem por volta dos 6 meses  e começam a serem trocados aproximadamente aos 6 anos e meio.

Qual a idade em que os dentes de leite devem cair

Na escola, ninguém fala em outra coisa. Todos exibem janelinhas. Alguns comentam a chegada da fada do dente, que troca o dente de leite por um dinheirinho, ou um brinquedo tão sonhado. “A fase de troca dos dentes é um momento importante na vida da criança, uma prova concreta de que ela está crescendo”.

E quando o dente não cai?

A fase da troca é variável de criança para criança. “Normalmente, os primeiros dentes de leite a cair são os da frente e embaixo (na mandíbula), chamados incisivos centrais inferiores. Depois, caem os mesmos superiores, num outro momento, os laterais inferiores, os superiores, os caninos inferiores, os molares inferiores, os molares superiores e, por fim, os caninos superiores. Todo esse processo é lento, acompanha o crescimento da criança até aproximadamente os 12 anos. O fator genético também é determinante. Às vezes, percebendo o histórico daquela família, verificamos que é normal as trocas ocorrerem mais tarde”.

Os dentes de leite têm tempo certo para ficar na boca da criança. Esse tempo é importante porque, além de permitir uma boa mastigação da criança, esses dentes preparam a arcada dentária para receber os permanentes, estimulando o crescimento ósseo das arcadas e da face como um todo.

Caso a troca da dentição esteja atrasada, algumas providências podem ser tomadas. A primeira delas é fazer uma radiografia panorâmica, que é indicada pela odontopediatra por volta dos cinco anos de idade. Com o raio X em mãos, o dentista consegue descartar inúmeros problemas. "A radiografia panorâmica revela ao dentista como está a dentição decídua (“ de leite”), se a criança tem todos os dentes permanentes para trocar com os de leite, se há desvio de erupção ou algo que atrapalhe o nascimento dos dentes permanentes”.

Dúvidas mais comuns

- A criança pode ficar mexendo no dente?

- É melhor esperar cair ou arrancar?

- E se ela engolir o dente sem perceber?

"A melhor resposta para estas perguntas é deixar que a troca de dentes aconteça naturalmente. Sou contra amarrar um fio e puxar o dente à força, pois a criança pode se machucar, o ato pode causar trauma aos tecidos gengivais. Não vejo mal algum em deixar a criança mexer no próprio dente, quando este está molinho,  só precisamos lembrá-la de lavar as mãos. As mães naturalmente têm o bom senso de levar a criança ao dentista quando o dente está muito mole,  doendo ou com possibilidade de serem deglutidos (engolidos). Caso isto aconteça, os pais devem tranqüilizar a criança, explicando como ele vai sair, pois o que mais assusta as crianças é imaginar o dente  ‘enroscado na barriga’”.

A dentição permanente

O dente permanente merece atenção. Às vezes, a dentição permanente aparece sem que a de leite tenha caído. Nesses casos, é necessário levar a criança ao dentista para que o dente de leite seja extraído. "Se isso não for feito, o dente permanente pode nascer na posição errada e prejudicar o crescimento, o posicionamento ideal da dentição, a deglutição e a fala. Essa sobreposição vem acontecendo com freqüência nos incisivos inferiores porque a garotada prefere alimentos que exigem pouca mastigação, em vez de frutas e legumes, que são mais duros”.

Para que a criança cresça com dentes saudáveis, mastigar é preciso. Por isso, depois que o bebê sai da fase de sucção, é importante dar a ele, aos poucos, sopas menos líquidas. Este processo é progressivo, de papinhas amassadas a pedaços de frutas mais moles e legumes cozidos a pedacinhos de frutas e legumes mais resistentes, até o bifinho. Com 3 anos, as crianças já devem estar comendo tudo.

“Alimentos que exigem mais mastigação ajudam a desenvolver os maxilares, massageiam as gengivas e colaboram para o posicionamento correto dos dentes. Também promovem uma auto limpeza da boca, ao remover resíduos de alimentos aderidos aos dentes. Na fase da dentição mista (dentes de leite e permanentes juntos na boca), quando os dentes de leite começam a ser trocados, esses alimentos são fundamentais para o processo de reabsorção da raiz dos dentes de leite e para estimular a erupção (nascimento) dos permanentes”.

Cuidado com as cáries

Balas, chocolates, pirulitos, gomas de mascar estão no topo da lista dos alimentos que mais provocam cáries, costumam ser os campeões na preferência infantil. “Não é preciso abolir totalmente essas guloseimas, mas é muito importante controlar o consumo destes alimentos, o horário do dia em que são ingeridos,  visando causar o menor dano possível aos dentes. No capítulo doce, o perigo está ligado à freqüência e à consistência. Quanto à freqüência, é pior comer doces várias vezes ao dia do que uma só vez.  Em relação à consistência, quanto mais ‘grudento’ o doce, pior, pois o tempo que fica aderido ao dente aumenta a chance de cáries e erosões dentárias. Já as balas duras aumentam a incidência de fraturas dentárias”.

Os refrigerantes, além de serem super cariogênicos, representam um perigo a mais para a saúde dos dentes: muitas dessas bebidas contêm substâncias ácidas que, com o tempo, desgastam e corroem o esmalte dos dentes. “O melhor é não criar o hábito de tomar refrigerantes, não oferecendo a bebida na mamadeira aos bebês e, para os mais crescidos, restringindo seu consumo a festas e ocasiões especiais. Existem cuidados específicos, como o tempo de espera para escovação dos dentes após a ingestão dos refrigerantes, que devem ser respeitados”.

CONTATO:

Clinica Genesis

 

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Você já ouviu isso muitas vezes! Os exercícios durante a gravidez são uma das melhores coisas para o desenvolvimento do seu bebê.

Exercícios durante a gravidez

A prática de exercício físico é recomendada para todas as gestantes, pois há benefícios tanto para a mulher quanto para o bebê. Dentre eles, está à diminuição das complicações obstétricas, maior controle do ganho de peso da mãe, melhora no condicionamento físico, atuação no estado psicológico e social, e diminuição da depressão e do estresse.

Os exercícios físicos são muito importantes durante essa fase, porém, é recomendável que a gestante tome alguns cuidados. "Ao praticar atividades físicas, deve-se usar roupas leves, evitar altas temperaturas e beber muita água para se hidratar”.

Ao escolher o tipo e a intensidade dos exercícios, a gestante deverá ter a liberação do médico e o auxílio de um profissional da área, pois as atividades variam de acordo com o período da gestação. A pessoa que nunca praticou exercícios físicos deve iniciar com atividades de baixo risco, como caminhadas, natação e hidroginástica leve. Já quem está habituada poderá continuar com o programa habitual, apenas deverá modificar a intensidade e velocidade, à medida que a gravidez evoluir.

"Esta prática poderá ser contra-indicada em casos específicos, principalmente em mulheres com doenças cardíacas, trabalho de parto prematuro, gravidez múltipla, feto com crescimento inadequado, entre outras. Portanto a prática de atividade física irá depender da liberação ou não de um médico”.

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